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Astec participa de aula pública sobre Muro da Mauá

Associados da Astec na plateia, juntamente com os diretores RP Rita Becco, de Relações Sindicais, e eng. Carlos Bernd, Financeiro | Fotos: Ruvana De Carli/CarliCom

Os diretores Financeiro, eng. civil Carlos Bernd, e de Relações Sindicais da Astec, RP Rita Becco, participaram da Aula Pública: Muro da Mauá, ministrada pelos professores arq. Benamy Turkienicz e eng. Fernando Dornelles, realizada pelo Diretório Acadêmico da Engenharia Hídrica, nesta quinta-feira, 13 de junho, no Auditório Nascente, do Prédio Centenário da Escola de Engenharia da UFRGS, no Campus Central. Na plateia, associados da Astec e estudantes de engenharia e arquitetura.

Engenheiro Fernando Dornelles, professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS

O professor Fernando Dornelles apresentou um histórico das inundações ribeirinhas e avaliou o Sistema de Proteção Contra as Cheias do Guaíba. Ele observou que as comportas das casas de bombas  não vedam adequadamente – o que torna ainda mais importante o papel desempenhado pelo Muro da Mauá na contenção das águas que, em caso de elevação do nível do lago, podem invadir o centro da cidade e bairros densamente povoados, como Humaitá e Navegantes, a exemplo do que ocorre regularmente com as áreas insulares, como Ilha Grande dos Marinheiros, do Pavão e da Pintada, entre outras, que não dispõem de sistema de proteção. De acordo com o engenheiro, “é necessário considerar a equação ‘convivência com o muro versus riscos do impacto das cheias’, sob pena de grandes prejuízos econômicos para a Capital e para o estado, em caso de enchente.” O professor destacou, ainda, que o sistema atual já não tem manutenção adequada, o que precisa ser levado em conta, caso se imponha um novo sistema, mais complexo.

Arquiteto Benamy Turkienicz, professor da Faculdade de Arquitetura – UFRGS

A deficiência de formação técnica de urbanistas nas faculdades de arquitetura em geral foi lembrada pelo professor Benamy Turkienicz, que coordena o Núcleo de Tecnologia Urbana da UFRGS, que congrega, com o Laboratório para Simulação e Modelagem em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura (SimmLab), laboratórios de pesquisa da UFRGS e UFSC em diferentes áreas de conhecimento (Ciências da Computação, Sistemas de Tráfego e Transportes, Engenharia Hidráulica, Geotecnia e Estudos Geo-Ambientais, Ecologia e Conforto Ambiental). De acordo com o arquiteto, a substituição do Muro da Mauá por outro sistema deve, antes de tudo, ser objeto de avaliação técnica cuidadosa, que analise todas as possíveis consequências para a cidade.

Acadêmicos de engenharia e arquitetura acompanharam a aula pública

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