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  Porto Alegre, 8 de Fevereiro de 2012 



Edição N° 26
Outubro 2009




O técnico está a serviço do social

O IV Congresso da Cidade terá como tema a gestão pública e como objetivo discutir a pertinência da atual estrutura administrativa para gerenciar a cidade do século XXI com todas as suas transformações sociais e urbanas ocorridas nos últimos anos. Pretende-se discutir, entre outros, o papel dos técnicos na formulação e implementação das políticas públicas para o município. As entidades representativas das diferentes categorias funcionais, entre elas a Astec, foram convidadas pela Administração para fazer parte das discussões no grupo de trabalho que trata sobre a estrutura administrativa e a participação popular.

Quando se coloca como tema a participação popular, parte-se do pressuposto da necessidade de conhecimento das demandas de nossos clientes, consumidores de serviços e equipamentos públicos, para podermos oferecer um serviço eficiente e que atenda suas necessidades. Como profissionais treinados, temos como dever filtrar e agregar qualidade às demandas brutas, dar respostas focadas na transdisciplinaridade que as políticas públicas necessitam e garantir-lhes a sustentabilidade no espaço e no tempo. Assim, cabe ao técnico trazer para a gestão pública novos paradigmas para se avançar em um projeto de cidade que abarque a qualidade de vida, a ética e a estética.

Se falar no papel do servidor neste contexto, implica em uma maior valorização profissional, que contemple, inclusive, uma constante reciclagem e aperfeiçoamento técnico para capacitá-lo a melhor gerir a coisa pública. A utilização de instrumentos de medição permanente da eficácia das ações e outros instrumentos de gestão deverão ser utilizados para se avançar no sentido de uma maior eficácia na prestação dos serviços.

Entretanto, se faz necessário ter previamente definidas as diretrizes político-administrativas para a gestão pública, pois, como consta no senso comum, "não existe vento a favor para quem não sabe a que porto se dirigir". Um novo modelo de gestão deve necessariamente responder a pergunta "onde queremos chegar?" E para se chegar lá, certamente será preciso investir em um servidor público valorizado e, em conseqüência, motivado com a qualidade de seu trabalho.



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Edição N° 9
Abril 2003


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