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  Porto Alegre, 8 de Fevereiro de 2012 



Edição N° 26
Outubro 2009




O TÉCNICO E A CIDADE
Iniciativa profissional garante serviços qualificados


O Jornal da Astec está iniciando uma seção de reportagens especiais, mostrando o cotidiano dos técnicos de nível superior, algumas de suas iniciativas e o reflexo desse segmento profissional na vida da cidade. A série foi inspirada na decisão da assembléia geral extraordinária da entidade, em 6/8, com base na valorização profissional, que também está na missão da entidade. A idéia é mostrar como o trabalho técnico interfere em pontos cruciais do cotidiano, garantindo a qualidade de vida da população.


O técnico científico do Demhab também constrói Porto Alegre


Intervenção do coração da vila

Vista aérea do Loteamento dos Papeleiros

O DEMHAB é responsável por grande parte das transformações nas paisagens da nossa cidade. Favelas inteiras são transformadas em verdadeiros bairros urbanizados com infra-estrutura e habitações dignas. Com uma peculiaridade: os projetos destes empreendimentos são pensados e feitos nos escritórios do próprio Departamento Municipal de Habitação, pelos seus técnicos.

Antes mesmo de os Arquitetos e Urbanistas do Departamento definirem o conceito e a filosofia de cada projeto, a UCA (Unidade de Cartografia) esquadrinha cada terreno, dando todas as informações para o bom desenvolvimento dos projetos. E faz esse trabalho utilizando o que há de mais moderno na tecnologia de levantamento topográfico: estações totais, GPSs, plotters, computadores e calculadoras, tudo equipado com softwares de ponta.

Na seqüência, vem a COP (Coordenação de Projetos), com uma equipe multidisciplinar de engenheiros que projetam redes de água, de esgoto, de drenagem pluvial, hidrossanitário predial, de energia elétrica e redes telefônicas, além das ruas, das estruturas de contenção, fundações e estruturas das edificações, todos com seus orçamentos correspondentes calculados pela EOR (Equipe de Orçamentos).

Outros responsáveis pela execução destas mega-intervenções são os engenheiros fiscais (Coordenação de Obras), com uma equipe que avalia quantitativa e qualitativamente o trabalho realizado pelas empresas empreiteiras.

Existem muitas prefeituras que não têm a estrutura do DEMHAB. Por exemplo, entre as funções dos engenheiros e arquitetos da CTR (Coordenação de Titulação e Regularização), está a solução de áreas altamente problemáticas junto aos cartórios. Todas estas são intervenções que demandam grande organização financeira e administrativa e têm impacto direto na qualidade de vida da população, não só de quem passa a contar com a possibilidade de habitar um lugar com condições dignas, mas da sociedade como um todo, visto que as áreas de entorno são, por extensão, mais qualificadas, alcançando também maior valorização.


Técnico da DVP: medindo a vazão

Técnicos da DVP: coleta Arroio Dilúvio


DVP-DMAE
Técnicos sempre a postos para garantir qualidade da água

Tendo-se tornado o centro de uma das maiores preocupações da humanidade, a água está na pauta do dia. Matéria que forma cerca de dois terços do planeta e dos corpos de todos os seres que sobre ele vivem, tornou-se a estrela dos debates a respeito dos temas da moda, como aquecimento global e desenvolvimento sustentável.

Nesses movimentos planetários está inserida uma figura que se destaca como a responsável por uma atividade cotidiana que tem resultado direto na qualidade da água ingerida por algo em torno de um milhão e meio de pessoas. São treze técnicos de nível superior (engenheiros químicos, biólogos, químicos e um engenheiro civil) que, somados aos 35 técnicos de nível médio e 14 estagiários (dois curriculares e 12 remunerados), compõe o quadro da DVP – Divisão de Pesquisa do DMAE – Departamento Municipal de Água e Esgotos da Prefeitura de Porto Alegre – PMPA.


Técnico da DVP: análise de sedimento
de fundo (organismos bentônicos)

As atividades desenvolvidas por esses profissionais têm relação direta com a qualidade de vida da população, através do trabalho em uma área delicada que exige rigorosos controles, inclusive externos, e atualização permanente. Desde a década de 1970, esses servidores controlam a qualidade das águas do Lago Guaíba e da represa da Lomba do Sabão. Desenvolvimento de novas tecnologias, interpretação de dados conforme parâmetros em constante atualização exige um time qualificado e sempre em dia com o mercado, de forma a atender necessidades estratégicas da instituição, que responde pelos controles de qualidade da água das captações, da foz dos formadores da bacia do Lago Guaíba, das cargas que aportam ao lago, com o objetivo de verificar as condições de auto depuração do corpo receptor, bem como as melhorias de qualidade das águas após investimentos em projetos e obras de saneamento e do atendimento aos padrões de emissão das Estações de Tratamento de Esgotos operadas pelo DMAE. Também trabalham com o PDE – Plano Diretor de Esgotos e com o gerenciamento de resíduos, além de atenderem outras áreas do DMAE e da PMPA
Na DVP, como em outras repartições da PMPA, os técnicos de nível superior trabalham em regime de convocação automática. São eles que procedem estudos preventivos aos acidentes ambientais que, caso ocorram, necessitam de monitoramento permanente para oferecer segurança à sociedade, diante dos riscos.


Atendimento ao cidadão dá segurança na hora de construir


O plantão técnico atende cerca de 15
contribuintes por dia, prevenindo prejuízos

Uma das atividades desenvolvidas pelos técnicos de nível superior na Prefeitura é o atendimento ao cidadão, fornecendo informações sobre a capacidade construtiva dos terrenos, a incidência dos recuos viários ou canalizações e outros fatores que podem interferir na realização das obras. São muitas as possibilidades de impedimento ou limitação das construções e uma informação errada pode causar grande prejuízo. Para assegurar a qualidade do serviço prestado à população, o plantão técnico do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre (PDDUA) presta atendimento diário na Secretaria do Planejamento Municipal (SPM).

Esse atendimento ao cidadão é apenas a primeira etapa de um trabalho que tem muitas outras, visando preservar o patrimônio do contribuinte, livrando-o, por exemplo, de investir seu capital em um terreno onde não seja permitido construir aquilo que ele pretende. São oito técnicos de nível superior, entre engenheiros e arquitetos, que fazem uma verdadeira garimpagem junto a inúmeras fontes. Com o apoio de estagiários, são eles que atualizam, compilam e analisam informações sobre os potenciais construtivos da cidade e as relações entre os equipamentos urbanos – dados que permitem gerar a DM – Declaração Municipal.

A DM é elaborada a partir de informações que consideram inclusive o documento de propriedade emitido pelo registro de imóveis, reunindo detalhes que passarão a integrar o histórico do bem, em um expediente único. Esse serviço acaba, por extensão, constituindo uma memória do território do município. E essa memória é um dos ingredientes que mobiliza os técnicos científicos na iniciativa de formação de um banco de dados digitalizados.

A idéia é reduzir o impacto da falta de um programa adequado e com interfaces gráficas, entre outras deficiências. Onde faltam investimentos em estrutura, material e tecnologia, a criatividade e o comprometimento profissional buscam atender as necessidades. A CIP – Coordenação de Informação e Processamento, está providenciando a digitalização de dados sobre loteamentos, quarteirões, sistema de informação dos alinhamentos e mapas antigos. Informatizado, o serviço vai garantir ainda mais segurança e agilidade para o atendimento à população, fruto de um trabalho que envolve cerca de duas dezenas de técnicos de nível superior. São os profissionais envolvidos com a produção e organização das informações nos setores que alimentam o banco de dados da CIP: cartografia, UDRI (Unidade de Desapropriação e Reserva de Índices), UPSD (Unidade de Parcelamento do Solo e Detalhamento), UPV (Unidade de Planejamento Viário) e a própria CIP.

Além de preservar a memória do município através da criação de um acervo de dados, a medida reduz a necessidade de espaço para armazenamento dessas informações em papel. Outro benefício da digitalização está relacionado à expectativa da possibilidade de implantação de um sistema de geoprocessamento. Assim que se tornar realidade, os técnicos já estarão dispondo de boa parte dos dados prontos para serem integrados aos novos procedimentos.


SAMU
Técnicos que salvam vidas


Cerca de 10% das missões
diárias são muito graves

São cerca de 110 missões por dia, dez por cento delas, muito graves, que envolvem risco de morte. São acidentes de trânsito, paradas cardiorrespiratórias, insuficiências respiratórias agudas, entre muitos outros casos assistidos pelo Samu, diariamente, em Porto Alegre. O serviço pode ser prestado na rua, com remoção para atendimento de maior complexidade, transporte de doadores de órgãos para captação ou entre hospitais ou, ainda, às vezes, exigindo imobilização ou extricação, que é retirar o paciente de dentro do veículo, com imobilidade cervical. Sessenta por cento das situações são clínicas, 35% são traumáticas e os 5% restantes são de transplantes, casos obstétricos e outros. Em todas pode haver vidas em jogo e a importância da qualidade do serviço é total: os profissionais precisam ser muito qualificados e, sobretudo, capazes de lidar com situações-limite o tempo todo. Não há lugar para hesitações, decisão e ação têm de ser rápidas e precisas.

Mas, não é só o desempenho dos profissionais ali, na cena do atendimento, que vai fazer a diferença. São necessários também quatro TARMs (Técnicos de Atendimento e Regulação Médica) e um ou dois rádio-operadores para orientar as 15 ambulâncias monitoradas por GPS (Global Positioning System) a partir de doze bases, com uma equipe de 37 médicos, 16 enfermeiros, 53 técnicos em enfermagem e 60 condutores.

Quando alguém liga para o SAMU, um sistema complexo e muito bem coordenado entra em operação. Para garantir a eficácia, é necessário que a pessoa que faz a chamada esteja próxima de quem necessita do atendimento. É a partir das informações prestadas pelo solicitante que o Médico Regulador (MR) vai avaliar a situação e dar as primeiras orientações, quase sempre fundamentais para minimizar seqüelas e preservar a vida até a chegada da ambulância. É esse elo que também vai permitir ao regulador detectar a gravidade do quadro e, a partir daí, dimensionar o atendimento: qual o tipo de ambulância a ser deslocado (básica, com técnico em enfermagem, ou avançada, com enfermeiro ou médico) e as providências que as pessoas que estão com o acidentado devem ir tomando, até a chegada da unidade.

Nesse Serviço Móvel de Urgência, um dos mais antigos do país, há 12 anos em operação na capital, quando o médico é o gestor do sistema, cada atendimento envolve várias habilidades que vão além do exercício adequado da medicina, passando pelo controle da frota de ambulâncias e mobilização de recursos. É ele o técnico responsável por decidir o destino hospitalar do paciente, não aceitando a inexistência de leito disponível. Coordenar os planos de atenção a desastres, interligando outras instituições como bombeiros, EPTC etc., monitorar os técnicos de enfermagem, garantir acolhimento e atendimento, estabelecer protocolos de procedimentos técnicos, atuar em áreas de risco ou situações de violência também são competências do MR. A capacitação e a educação médica da equipe, através do NEP (Núcleo de Educação Permanente) é outra das funções que têm de estar de acordo com o Plano Nacional de Atenção às Urgências, do Ministério da Saúde.

São três médicos trabalhando em turnos de seis, 12 ou 24 horas, atendendo a demanda vinda de mais ou menos oitocentas ligações por dia, entre a Brigada Militar, EPTC e pessoas em geral. E um dos maiores problemas enfrentados por esses profissionais é a falta de preparo da população para situações de emergência e urgência. Nas faculdades de medicina, as ligas do trauma desenvolvem palestras em escolas prestam esclarecimentos através da mídia, enquanto, nas empresas, as CIPAS (Comissões Internas de Prevenção de Acidentes) se encarregam de treinar os trabalhadores. O objetivo é sempre o mesmo: disseminar uma cultura sobre comportamentos adequados em caso de acidentes, como prestar os primeiros socorros e como se comunicar com os serviços móveis de urgência.

Pouca gente sabe que quanto mais informações detalhadas forem prestadas pelo telefone no momento do chamado, mais eficaz será o serviço. E é justamente a qualidade dessa informação o primeiro ponto crucial do atendimento que começa cada vez que o telefone toca na sala do Samu, no segundo andar do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, mobilizando uma grande equipe sob a responsabilidade de um técnico científico, na tentativa de salvar mais vidas.


Técnicos fiscalizam para garantir obras seguras e a custo adequado


Engenheiro tem responsabilidade técnica
de garantir a execução das obras
públicas de acordo os projetos

A eficácia do serviço público prestado ao cidadão também passa pela qualidade das instalações físicas. Fiscalizar a execução das obras dos prédios públicos pelas empreiteiras já contratadas a partir de processo licitatório, é tão importante quanto um projeto bem concebido, que considere todas as necessidades para o bom desenvolvimento do trabalho.

Na Prefeitura de Porto Alegre, a responsabilidade técnica dessa fiscalização é de uma equipe de nove técnicos de nível superior, a DOP – Divisão de Obras Públicas, que pertence ao EPO (Escritório de Projetos e Obras), na SMOV (Secretaria Municipal de Obras e Viação) e trabalha em estreita relação com a DPP – Divisão de Projetos Prediais. São engenheiros e arquitetos encarregados de avaliar se a construção está correspondendo ao que foi estabelecido no contrato. Valendo-se do memorial descritivo e dos orçamentos, conferem item por item, verificando qualidade e adequação dos materiais utilizados.

Essas funções são desempenhadas basicamente em dois cenários. Em um deles, os profissionais vão a campo e conferem as obras de creches, escolas, postos de saúde, prédios municipais e projetos de restauração do patrimônio histórico. Em outro momento, no escritório, emitem documentação que registra o andamento das construções. Se for o caso, o técnico comunica à Secretaria da Fazenda a liberação do pagamento para a empreiteira da fase executada da obra, emitindo uma folha de medição onde atesta que os serviços foram executados.

Para o cidadão contribuinte, o retorno da atividade desses servidores está na garantia de que os recursos resultem em obras seguras e com custo adequado, com os materiais e qualidade especificados, no prazo previsto. Há sempre mais de vinte obras em andamento. Medições periódicas atestam a boa execução. Se houver notificação de atraso, isso vai interferir no recebimento por parte da empreiteira.

Apesar das rotinas e parâmetros estabelecidos, o trabalho está longe de ser monótono. Os técnicos estão sempre buscando informações para se manterem atualizados com o mercado, pois a eles compete sugerir soluções para todo o tipo de problema no decorrer da execução da obra.



EXPOTEC
Gerpro: economia de tempo e recursos

Uma preocupação constante é com a melhoria das condições de trabalho. E, quando os investimentos não são suficientes para garantir a atualização tecnológica da máquina pública, tornam-se ainda mais importantes a competência e a postura pró-ativa do servidor. Um exemplo de iniciativa que já está proporcionando maior eficiência na prestação de serviços ao contribuinte e economia aos cofres municipais é o GERPRO, um software de gerenciamento de projetos e obras, um dos trabalhos que integra a 1ª Expotec.

Desenvolvido internamente, à noite e nos finais de semana, por iniciativa do Eng. Sérgio Luiz Brum, da DOP – Divisão de Obras Prediais – da Secretaria Municipal de Obras e Viação – SMOV, da Prefeitura de Porto Alegre, o GERPRO permite a emissão automática de documentos, substituindo um conjunto de procedimentos que antes consumia muitos dias. Com isso, diminui não só a necessidade de pessoal administrativo para preencher guias de informação e transportar documentos de uma repartição a outra, como os próprios engenheiros fiscais ganham tempo e segurança. Toda a vez que necessitarem de uma informação, ela estará disponível nos arquivos digitais de documentos, em vez de ter de ser garimpada em intermináveis pastas de documentos em papel.

Economia de recursos é outra vantagem do novo software sobre o antigo modo de operação, que foi desenvolvido e passou a ser utilizado a custo zero para os cofres públicos. Esses instrumentos eficazes para garantir a prestação de um serviço mais qualificado para a sociedade são desenvolvidas a partir da iniciativa dos técnicos de nível superior da Prefeitura de Porto Alegre.


Técnicos da SMAM
Sustentabilidade ambiental em foco


Bióloga da SMAM vistoria área
de preservação permanente,
na Ponta Grossa

Nas escolas, as crianças e jovens, via de regra, aprendem que o homem transforma a natureza para atender suas necessidades de abrigo e alimentação. Com o passar dos períodos históricos, a lição que talvez descreva bem a realidade de pré-história deixou de servir para um mundo no qual as relações se tornaram muito complexas e o consumo passou a ditar as normas. A partir daí, ter vale muito mais do que ser.

Mas, como tudo o que se tem neste planeta vem dos recursos que nele mesmo estão encerrados, há limites de consumo a partir dos quais a qualidade de todos os tipos de vida passa a ser ameaçada. A sustentabilidade, em especial nas áreas de grande densidade urbana, é a maior preocupação dos 78 técnicos de nível superior da SMAM – Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Na PMPA, Prefeitura de Porto Alegre, contudo, essa não é uma tarefa fácil. Que o digam os nove técnicos (arquiteto, engenheiros agrônomos e biólogos) da CAN – Coor-denação do Ambiente Natural. No cotidiano, a equipe, que conta também com um estagiário de nível superior, dois técnicos de nível médio no apoio administrativo e dois estagiários, enfrenta as maiores dificuldades diante da incompreensão da sociedade. Ao contrário do que se poderia imaginar com todo o destaque alcançado pela questão ambiental na mídia, nem o Nobel da Paz concedido ao político norte-americano convertido em ambientalista, Al Gore, fez crescer a consciência sobre o quanto é necessário que as leis de preservação sejam respeitadas, para garantia de manutenção da vida com qualidade. A tarefa exige mais que apenas disposição para enfrentar questionamentos diários a respeito da validade das normas.

A avaliação de impactos ambientais resultantes das intervenções humanas, que são as chamadas ações an-trópicas, a análise de quaisquer obras e a concessão de licenças ambientais requer um trabalho multidisciplinar. Estão em jogo muitas relações entre elementos vivos e, não raro, a exigência de investimentos para preservação do patrimônio natural, ou mesmo o impedimento de uma alteração mais intensa de um ambiente esbarra nos interesses de lucro imediato de alguns empreendedores. São comuns os casos em que só depois de iniciar a comercialização o empresário se dá conta de que a preservação do ambiente natural agregou valor ao seu negócio.

São muitas as frentes de atuação dos técnicos da SMAM: desde as comissões técnicas, que fixam a componente ambiental no âmbito do Plano Diretor de Planejamento Urbano, até a qualificação de áreas para aplicação do IPTU ecológico, isentando do imposto quem preserva, como também avaliar a necessidade de compensação para as remoções de árvores, conforme a legislação municipal. Em cada ação desse técnico, seja em área urbana, rural ou natural, está implicada, muitas vezes, a necessidade de que se reduza o ímpeto de desenvolvimento econômico imediato, em nome da sustentabilidade e da própria vida.




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Edição N° 22
Dezembro 2007

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