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  Porto Alegre, 8 de Fevereiro de 2012 



Edição N° 26
Outubro 2009




Editorial
O conjunto é mais do que a soma das partes


Se fosse preciso adjetivar em uma palavra a caminhada da Astec ao longo desses mais ou menos dois anos de luta pela integralidade da GIT, essa palavra seria sinergia. Derivada do grego – onde sýn é cooperação e érgon, trabalho – pode ser definida como o esforço coordenado de vários subsistemas na realização de uma tarefa complexa. Sinergia é onde a soma das partes é mais do que o todo, porque a convergência, a atuação de forma coordenada na busca de um objetivo comum previamente estabelecido resulta em um empoderamento desse conjunto de agentes superior ao que ocorreria caso esses mesmos agentes atuassem de forma isolada.

Isolamento, aliás, não pode ter lugar quando se fala em associativismo. Seria paradoxal. Mas, estes, infelizmente, são tempos de pós-modernidade, em que o individualismo se sobrepõe ao coletivo, em que a publicidade movimenta a economia mundializada por meio das eficazes sociedades de consumo. Que, entretanto, não são eficazes para assegurar a satisfação dos seres humanos perante a vida. Somos seres sociais e o isolamento chega a ser anti-natural.

Por isso, a produção coletiva da integralidade da GIT torna-se ainda mais especial. É, porém, lamentável, que a participação da categoria não tenha sido mais efetiva, tendo o movimento contado apenas com a participação daqueles que não mediram esforços, que muitas vezes abriram mão da convivência familiar, que não temeram os riscos.
Mesmo assim, sinergia é o fio que amarra todas as ações da Astec, orientada ao cumprimento da sua missão de buscar a valorização profissional dos Técnicos de Nível Superior do Município de Porto Alegre.

Em vias de comemorar a passagem de seus 14 anos, a Astec tem foco, ainda, sobre o processo das progressões funcionais, a prestação de assistência jurídica ao exercício profissional e, sobretudo, em questões nevrálgicas, como é o caso do assédio moral no trabalho e da defesa incondicional de ações pela valorização dos funcionários efetivos nos postos de chefia. Tudo, sem esquecer as atividades sócio-culturais, com as sessões de cinema em nossa sede própria. Tudo com a finalidade de exercermos o associativismo.



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Edição N° 23
Julho 2008

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